
Um silêncio no túnel dos perdidos
dias frios, dias quentes
Não se houve a voz de quem se cala
pois consente com as meias verdades
de um povo inconsequente.
Assim sendo,
um erro justificado por outro,
agora se está vivo
amanhã se encontra morto
na beira de um rio
na vala de um esgoto.
Ninguém se acusa e quem vê tem medo de acusar,
esperam suas vidas poupar.
É como uma dança,
o "Tango da Morte", "O Samba dos Defuntos".
Quem errar o passo e sair do ritmo
vai virar presunto.
(Andrew Albuquerque)
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